quarta-feira, 8 de abril de 2009

Bem que poderia ser um conto de fadas...


(Poderia começa com "era uma vez..." e acontecer em um castelo, mas não é! É contemporânea e acontece entre paredes urbanas. Deliciem-se!)

Uma menina com nome de uma princesa belíssima da antiguidade sonhava em encontrar seu príncipe. Ela imaginava como ele seria como agiria, de que coisas gostava, e alimentava e regava seus doces sonhos.
Um dia surgiu um rapaz, não com nome de príncipe, mas com nome de deus, deus do sol e da luz, dentre outras coisas. E foi quase assim que ele apareceu, como amanhecer do princípio de outono, época em que estavam: gentil, vagarosamente emitindo sua luz entre as nuvens, afastando a escuridão da noite e prometendo esquentar o tempo um pouco.
Como se fosse uma lenta mágica, foram se aproximando, e como uma versão moderna, iniciarão um flerte, uma paquera quase à moda antiga, regando de gentilezas e muita conversa.
Em poucos dias, trocaram muitos e-mails, mensagens e telefonemas. E marcaram de se ver outra vez. A princesa esperava aos suspiros por esse momento. Ansiosa. Essa ansiosidade branca, que a deixava feliz mas sem roer as unhas, era sustentada pela idéia de ser convidada a sair com um deus.
A princesa se permitiria ser ofertava ao deus-sol para agradá-lo, e iria feliz, se isso fosse fazê-lo feliz.

[...continua]




NOTA DA AUTORA:
Eu, pessoalmente, ficaria feliz em terminar com “viveram juntos e felizes para sempre”, mas já disse a canção ‘pra sempre sempre acaba’ e o fim da história (leia-se HISTÓRIA, pois é real) ainda não chegou, aliás, esta está apenas começando.
Outros capítulos virão em breve.
Micalzinha L.
(01 de Abril de 2009)

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